03 dezembro, 2007

||| Noite.
Nestas coisas, vale a pena lembrar aspectos desagradáveis como o caso Meia Culpa (e sucedâneos). Nessa altura, por causa de um «crime de província», viu-se que Portugal não era bem um país cheio de lavadeiras, com melros a cantar nas oliveiras. Agora, este crime e mais outros avulsos (o caso Luanda foi um epifenómeno) mostram que a grande noite urbana não está apenas colorida de glamour...
[FJV]

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2 Comments:

Blogger Filipe said...

Caro FJV.
Se há coisa de que a "noite" de Lisboa (e a do Porto) carece, é de glamour. Efeitos da democratização do ócio ou da liquefacção social e política dos "cidadãos" num "imenso centro" (diriam os sociólogos, politólogos e afins), o facto é que a "noite" passou, há muito, de palco (íntimo) de "subversão" de uma putativa elite (altos e pequenos burgueses, marialvas, jornalistas ou cronistas), diletante e (por vezes) requintada, para espaço (público) onde alguma canalha, no meio da turba semi-embriagada e feliz, exerce a arruaça, a vilanagem e, agora, até a "vendetta" com requintes hollywoodescos.

1:46 da tarde  
Blogger Sophiamar said...

Glamour? Parece-me que já o tem muito pouco. Teve. Mas esse tempo já lá vai. Ohhhh!!!! terá morrido com o Eça? Ou com Fernando Pessoa?

7:28 da tarde  

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