15 novembro, 2007

||| Gare de Oriente.








Caro Duarte: demolir e deitar fora, não digo; mas tentar corrigir aquela merda toda, contem comigo. A Gare de Oriente (incómoda, feia, desagradável, pouco amigável para os frequentadores de comboio, escura, suja, desprezível no seu conjunto) é um espelho do bacoquismo que nasceu, floresceu e cresceu à volta da Expo 98. Tudo imagens do iniludível progresso que essa grande geração plantou e ameaça continuar a plantar pelo país fora. Bacocos com nome de gente.
[FJV]

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3 Comments:

Blogger Isabel said...

As árvores grandes e brancas lá no cimo são lindas e enchem-me de orgulho pátrio. Mas só até entrar nos fundos (mais desagradáveis e não funcionais seria difícil, demorei a fixar a bilheteira dos pendulares, até aí andava às voltas feita barata tonta, volta e meia o MB não funciona, fu iinsultada num arremedo de bar). A beleza das árvores tb não resiste a uma espera de 5 minutos debaixo do vento cortante,

11:52 da manhã  
Blogger Vítor said...

Só lamento que a minha foto tenha vindo cá parar sem qualquer referência à fonte...

http://www.flickr.com/photos/vribeiro/1347591870/

Vítor Ribeiro

10:49 da tarde  
Blogger vitor said...

Não nego que possam existir problemas de ordem vária na concepção da gare, afinal, ninguem é perfeito e Calatrava tb não o será certamente , mas falar dessa forma de toda a Expo é ir longe demais. Como Arquitecto que sou, e reconhecendo mais uma vez que nem tudo decorreu como seria desejável, estamos perante um dos espaços mais agradáveis de ser vivido em todo o Portugal, com reconhecido valor ambiental e paisagistico.

5:33 da tarde  

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