30 novembro, 2005

||| Leiam, leiam, também.
A peça de Tânia Laranjo, no Público de hoje (página 26) sobre um procurador do MP de Coimbra que queria multar e emitir mandato de dentenção contra um pai que faltou a um julgamento em Arganil (com justificação legal e permitida por um juiz) para acompanhar um filho menor a Lisboa, onde devia corrigir uma prótese numa perna. «Motivo grave proquê?», pergunta o procurador do MP. «O filho estava impossibilitado de se locomover? (...) E mesmo que a reparação da prótese fosse urgente, teria de ser o arguido a acompanhar o filho?» Leiam, leiam.