A Origem das Espécies
We have no more beginnings. {George Steiner}
17 setembro, 2005
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15 Comments:
Pessoas assim são simplesmente pessoas... como todos nós.
Pessoas que voltam sempre...
Há outras pessoas que, pelo cabotinismo inato, deviam meter a viola no saco...
Pessoas.
...já não contam como pessoas...
Pessoas que já não se recordam que estão vivas.
Pessoas apenas, com defeitos e coisas boas, mas sempre pessoas.
Pessoas de AC, pessoas de DC, da Era da Pedra Lascada, do Período Polido, do Império Romano, de Sodoma e Gomorra...
Talvez a grande diferença entre umas e outras esteja apenas na moca e nos cabelos desgrenhados, agora cheirosamente alisados pelo douto Pente da Civilização...
Rafaela Plácido
"Fernando" pessoas...
... que gritam no escuro à espera de uma luz... pessoas que voam sem medo de cair... pessoas que amam sem medo de sofrer...
Um amigo meu dizia que pessoas não existem. Ou homem ou mulher.
Como felicitar, elogiar e agradecer a Pessoas como Pedro Tamen, Vasco Graça Moura, Nuno Júdice ou Pedro Mexia pelos belíssimos momentos que experimentei nos Encontros de Poesia de São Rafael?
OBRIGADA
“Pessoas que choram muito.”
O que é chorar muito. Não sei. Há quem nunca chegue a chorar tudo.
“ Pessoas que se comovem demasiado.”
Prefiro a mais. Demasiados nem se chegam a comover.
“Pessoas que vivem vidas de outras pessoas.”
Às vezes uma não chega...
“Pessoas que cometem sempre o mesmo erro.”
Se calhar estão a tentar acertar.
“Pessoas que deram a volta à sua vida, até que ela não tem volta.”
O caminho é em frente.
“Pessoas que.”
Que pessoas.
"Cada um é muita gente.
Para mim sou quem me penso,
Para outros --- cada um sente
O que julga, e é um erro imenso."
Há uma tautologia da comoção nesta vida moderna. Intuitivamente procura-se palcos onde se possa sentir que se está a sentir. Muitas vezes - aqui um paradoxo assustador - no conforto do sofá enquanto espectador de vidas alheias. Reais ou de shows do "real". Mas também - aqui um sinal dos tempos - quando surge uma câmara apontada e logo é mais pungente o "não há quem nos acuuuuda!", "venham cá ver iiiisto"; são mais lancinantes os gritos, "mais autênticas" as lágrimas", mais dramático o efeito. Há uma encenação espontânea. Estamo-nos a tornar actores do argumento que nos queixamos que os outros não sabem escrever. Um abraço, nuno. http://troblogdita.blogspot.com
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