08 outubro, 2005

||| Promessas.
Na campanha de 2001 escrevi que as promessas de Santana Lopes eram próprias de um país desastrado: não havia meios, ou seja, dinheiro, para aquilo tudo. Não houve, como se sabia logo. O cenário repete-se hoje e dando razão a quem não se importa de votar em quem promete pouco ou nada, mas insiste em assegurar os serviços mínimos. Prometer o impossível já foi poético. Na vidinha, é apenas populismo, mesmo com a máscara da pequena poesia eleitoral.

1 Comments:

Blogger SDF said...

pois... é o marketing!

Eu bem digo que o marketing político é uma realidade e que como cidadãos, devíamos proteger-nos da sua contaminação.

A este respeito ver http://cobrecanela.blogspot.com/2005/10/procedimento-de-controlo-do-acto.html

10:53 p.m.  

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